Francesco PezzellaFrancesco Pezzella começou a estudar música aos oito anos de idade no colégio da cidade onde nasceu. Desde então, passou a se destacar e ganhar os primeiros prêmios de mérito.

No Conservatório de Música em Nápoles, completou os estudos musicais diplomando-se em Oboé. Entre 1940 e 1941 fez parte da Orquestra Sinfônica “Alessandro Scarlatti”, da Orquestra do Teatro San Carlo e da Orquestra de Câmera do Conservatório de Música de Nápoles. Com esta última participou de uma turnê artística que percorreu cidades da Itália, da Áustria e da Alemanha.

Fez parte, em 1942, das Manifestações Culturais da Juventude Européia em Welmar, Alemanha, como integrante de uma Orquestra formada pelos melhores estudantes de todos os conservatórios italianos.

Entre 1947 a 1950, foi contratado pela Orquestra Sinfônica da Rádio Skoplie, Orquestra do Teatro da cidade de Skoplie, Iugoslávia (Macedônia) e depois, pela Escola de Música local.

Chegou ao Brasil em novembro de 1950, com seis dólares no bolso, estabelecendo-se definitivamente em São Paulo, capital, onde se casou e naturalizou-se brasileiro.

Foi professor do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo de 1951 a 2005, inicialmente na cadeira de Oboé e depois de dois anos passou a ser professor de Teoria Musical e Solfejo. Professor concursado da orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo de 1954 a 1989.

Em 1956 frequentou o curso de Extensão Musical do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. No mesmo período foi contratado para lecionar nos cursos de Iniciação Musical patrocinado pelo Departamento Musical do Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de São Paulo.

Integrou, em 1960, a caravana artística do conservatório, patrocinada pelo Governo do Estado que percorreu várias cidades do interior e se apresentou com o Quarteto de Mozart para violino, viola, violoncelo e Oboé como instrumento principal. O sucesso foi tão grande que em todas as cidades onde a carava se apresentou era necessário atender aos pedidos de bis e aplausos do público.

Entre 1965 a 1968 e em 1975, foi contratado pela Orquestra Filarmônica de São Paulo tocando corne inglês e Oboé. No dia 30 de outubro de 1968 foi agraciado com o troféu Ordem dos Músicos do Brasil como melhor músico da orquestra. De 1969 a 1992, foi professor contratado da Escola Municipal de Musica de São Paulo lecionando matérias teóricas.

Foi contratado como oboísta pelas rádios Piratininga, Bandeirantes, Gazeta e pelas redes de televisão Tupi e Rede Record.

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